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Autor: Redação Os Analistas

Começa em São Luís o I Congresso Estadual do Municipalismo Maranhense

Começou hoje (13) o I Congresso Estadual do Municipalismo Maranhense. O evento ocorre hoje e amanhã e vai reunir autoridades representativas nacionais, do Maranhão e de São Luís, tais como Prefeito(a)s, Vice-Prefeito(a)s, Ex-Prefeito(a)s, Vereadore(a)s e Secretário(a)s Municipais, que farão parte de uma intensa programação com debates, feiras, oficinas e palestras.
A abertura do evento, ficou por conta do presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem), Ivo Rezende e do governador do Maranhão, Carlos Brandão, acompanhado da presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale.
O Congresso recebeu cerca de 1500 inscrições de interessado em participar de oficinas, feiras e debates, voltados ao municipalismo, pacto federativo e gestão municipal. Na programação de hoje, está a assinatura de um termo de parceria entre a Federação dos Municípios do Maranhão (Famem) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e palestra do Ministro das Comunicações, Juscelino Filho.

O evento tem ainda confirmados como palestrantes o Ministro da Justiça e Segurança Flávio Dino, o secretário-executivo do Ministério das Cidades, Hildo Rocha. O congresso vai contar também com a presença do governador do Maranhão, Carlos Brandão, prefeitos, vice-prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, deputados federais e deputados estaduais.

Ainda como parte da programação, será promovido o Prêmio Famem de Boas Práticas. A premiação tem por intuito reconhecer, valorizar e condecorar os municípios que apresentam práticas de inovação na gestão pública.
Serão contemplados os projetos executados entre janeiro de 2021 e fevereiro de 2023, que contribuíram de forma efetiva e comprovada em áreas como Assistência Social, Cultura, Desenvolvimento Rural, Ecossistemas de Inovação, Meio Ambiente, Saúde, Segurança Pública, dentre outras.

Programação
Dia 13 (Tarde):

14h30 – Mesa de Abertura: Presidente da Famem; ministro das Comunicações: Juscelino Filho
14h30 – Ministro das Comunicações Juscelino Filho
Tema: Como as tecnologias da informação e comunicação influenciam nas relações institucionais para o desenvolvimento da sociedade
16h – Mesa com órgão de controle – Convidados: MPF, MPE, TJ, (Morador: Famem).
18h – Encerramento

Dia 14
Manhã:

08h – Credenciamento
9h – Abertura do evento (Autoridades: Presidente da Famem, ministro Flávio Dino e demais autoridades presentes)
09h20 – Fala de abertura e boas-vindas do presidente da Famem, Ivo Rezende, ao segundo dia do evento.
09h30 – Ministro da Justiça Flávio Dino
Tema: Pacto Federativo
10h30 – Mesa com órgãos de controle – Convidados: TCU, CGU, TCE, e MP; (Moderador: Famem).
Tema: Os principais desafios na implantação dos normativos da Nova lei de Licitações.
12h30 – Intervalo para o almoço

Tarde:

14h30 – Formação de mesa com presidente da Famem, Ivo Rezende; governador Carlos Brandão; secretário-executivo Hildo rocha e autoridades presentes.
15h – Hildo Rocha secretário-executivo do Ministério das Cidades;
Tema: Obras inacabadas e seus desdobramentos/ O retorno do Programa Minha casa, Minha Vida.
16h – Apresentação e Premiação das Boas Práticas Municipais.
17h – Entrega de Premiação do Programa Tarifa Social – Famem, Sedes e Equatorial.
17h30 – Encerramento do I Congresso Estadual do Municipalismo Maranhense – Presidente da Famem (Leitura da Carta Municipalista)
18h – Encerramento

 

Alunos do SESI-MA vão participar de campeonato nacional de robótica, em Brasília

Alunos do SESI-MA estão com tudo pronto para participar do campeonato nacional de Robótica que acontece em Brasília, de 15 a 18 de março. Tecnologia, inovação e conhecimento serão levados à Capital Federal pelas equipes de robótica do SESI- MA, que apresentarão soluções inovadoras que prometem agitar o evento.

Ao todo, 11 equipes maranhenses desembarcam em Brasília na próxima terça-feira (14), para uma emocionante disputa em três grandes competições que integram a temporada 2022-2023 do Festival SESI de Robótica. São elas: a FIRST® LEGO® League (FLL), FIRST® Tech Challenge (FTC), e a F1 in Schools.

Na temporada 2023, a FIRST® LEGO® League (FLL) trabalha com a temática da energia. As equipes terão que provar diante de uma banca de juízes que os robôs que programaram são capazes de executar bem a sua missão e apresentar alternativas inovadoras para geração, armazenamento, distribuição e/ou consumo de energia. O público vai se surpreender com a capacidade dos alunos competidores, com idade entre 9 e 16 anos, de criarem soluções para problemas tão complexos.

No torneio, que terá como palco o estádio Mané Garrincha, em Brasília, os alunos classificados ou robotiquers, como preferem ser chamados, disputarão com times de todo o Brasil. As equipes maranhenses classificadas no regional de robótica, que ocorreu em fevereiro deste ano, no SESI Araçagi, em São Luís, e que embarcam para a disputa de FLL, em Brasília, são a Dracarys, do SESI São Luís (MA), Robotic’s Angels, do SESI Imperatriz (MA), Gipsy Danger, do SESI São Luís (MA), The Crew, do SESI São Luís (MA), Smart Team, do SESI Bacabal (MA), Robotics Alpha, da Escola Municipal Wady Fiquene (MA).

FÓRMULA 1 e FTC – Na modalidade F1 in Schools, os competidores das escuderias Graffeno, do SESI Imperatriz, Pugnator, Ragnar e Spartacus, do SESI São Luís, são as que competem no nacional, em Brasília. Já as equipes Everest e Falcons vão representar o Maranhão, pela primeira vez, na modalidade First Tech Challenge (FTC), onde precisam trabalhar com máquinas e circuitos – os mesmos equipamentos utilizados por grandes engenheiros – a temática sobre o futuro da energia sustentável.

O professor e técnico de FTC do SESI espera que os alunos façam no nacional o que aprenderam durante os treinos. “Nós estamos em busca de experiências, competindo nacionalmente. Durante os preparativos, conhecemos os componentes principais utilizados no robô; definimos estratégias e treinamos muito para disputar no nível dos competidores já experientes”.

Os alunos já estão de malas prontas para embarcar no dia 14 de março. O clima nos preparativos é de muita animação e ansiedade. Ana Júlia da Cunha Rosa, aluna da Escola do SESI, em São Luís, compõe a equipe de FLL Gipsy Danger, e fala do nervosismo e dos preparativos para o nacional de robótica. “A gente está trabalhando bastante e dando o melhor que podemos. A nossa dedicação é intensa e estamos muito animados, cheios de alegria e ansiedade para apresentar tudo o que a gente construiu desde o regional”.

O técnico da Gypsy Danger, professor do SESI São Luís, Giovanne Mendes, atua no sentido de direcionar as expectativas dos alunos para um mindset positivo durante a competição. “A expectativa é gigante e os alunos já trabalharam muito no regional. O que afirmo para a equipe é que os resultados até aqui foram ótimos e, com os esforços deles, vamos superar os desafios, como superamos a cada campeonato”.

“Apesar de parecer brincadeira, a robótica educacional é levada a sério e dá resultado. O desempenho excelente dos nossos alunos se explica porque a nossa metodologia estimula o espírito de desafio, a busca da solução de problemas, e os leva a concretizarem projetos. A nossa participação no Torneio Nacional é a prova do sucesso nos resultados conquistados pelos nossos alunos”, afirma o superintendente regional do SESI, Diogo Lima.

Exposição Maria Firmina dos Reis será aberta no Fórum de São Luís

O Tribunal de Justiça do Maranhão fará a abertura nesta sexta-feira (10), no Fórum Desembargador Sarney Costa, da Exposição “Maria Firmina dos Reis – 200 anos inspirando humanidades. A exposição possibilitará aos visitantes conhecer melhor o legado da romancista maranhense.

A abertura acontece na semana em que se comemora o Dia da Mulher Maranhense – celebrado no dia 11 de março – data que também se comemora o aniversário de Maria Firmina, mulher negra que marcou a história do Brasil no século XIX. A cerimônia acontecerá às 9h, na Galeria do Fórum Desembargador Sarney Costa, localizado na Avenida Professor Carlos Cunha, no bairro do Calhau. Magistrados (as), servidores (as) e o público em geral poderão prestigiar a exposição durante o horário de funcionamento do Fórum (8h às 18h).

O evento é organizado pelo Comitê de Diversidade do TJMA e o Museu Desembargador Lauro de Berredo Martins, que têm como coordenadores, respectivamente, o juiz Marco Adriano Ramos Fonsêca e Cíntia Valéria Costa Andrade.

A Exposição faz parte das homenagens ao Bicentenário de Maria Firmina, comemorado em 2022 pelo Poder Judiciário do Maranhão. A abertura aos públicos interno e externo iniciou em agosto do ano passado e recebeu cerca de mil pessoas durante três meses.

Maria Firmina dos Reis:

A escritora Maria Firmina dos Reis nasceu em 11 de março de 1822, em São Luís, no estado do Maranhão. Por isso, o 11 de março, em sua homenagem, é o Dia da Mulher Maranhense. Era filha da escrava alforriada Leonor Felipa dos Reis e, possivelmente, de João Pedro Esteves, um homem rico da região. Além de escritora, foi professora primária, de 1847 a 1881, e musicista.

Úrsula, um romance abolicionista, é sua obra mais conhecida e foi publicado em 1859, com a autora usando o pseudônimo de Uma Maranhense. A partir daí, Maria Firmina dos Reis passou a escrever para vários jornais, nos quais publicou alguns de seus poemas. Escreveu uma novela, um conto, publicou um livro de poesias, além de composições musicais.

Além de escritora, foi professora, musicista e a criadora da primeira escola mista do Brasil. Sua obra consiste em uma novela indianista chamada Gupeva (1861), o livro de poesias Cantos à beira-mar (1871), o conto A escrava (1887), além de composições musicais.

Em 1880, adquiriu o título de mestra régia. Nesse mesmo ano, criou uma escola gratuita para crianças, mas essa instituição não durou muito. Por ser uma escola mista, a iniciativa da professora, na época, provocou descontentamento em parte da sociedade do povoado de Maçaricó. Assim, a escritora e professora entrou para a história como a fundadora, segundo Zahidé Lupinacci Muzart (1939-2015), da “primeira escola mista do país”. Já aposentada, continuou lecionando em Maçaricó para filhos de lavradores e fazendeiros.

Sebo da Sé será aberto com lançamento de livros do gênero terror

Dois livros, de escritores de gerações distintas, do gênero terror, serão laçados amanhã, sexta-feira (10), durante a abertura do Sebo da Sé, espaço cultural alternativo localizado no Beco da Sé, 52, Centro. As obras são de autoria de Wilson Marques e M. P. Saul e farão parte do acervo do Sebo, que é formado por livros, discos, cds, dvs, telas de artistas maranhenses e outras peças, reunidas durante nos últimos 40 anos.

Wilson Marques, escritor consagrado entre o público infantil e adulto, autografa o inédito ‘Solo de Violino e outras histórias de medo’, e no mesmo espaço o estreante M. P. Saul lança ‘Antologia de Horror’.

Solo de Violino e outras histórias de medo

A literatura de terror sempre atraiu muitos leitores ao longo dos anos. Velhos conhecidos, como Drácula, Frankstein ou Carrie, a estranha, estão aí para provar. E foi procurando surfar nessa onda macabra e sempre em alta que o escritor maranhense Wilson Marques publicou Solo de violino e outros contos de medo, seu primeiro livro do gênero. Com capa de Luciano Tasso, o livro reúne dez histórias curtas, escritas e publicadas por meio da Lei Aldir Blanc em um período não menos aterrorizante de nossas vidas: a pandemia do Covid19.

Abre a coletânea O defunto da Recoleta, que tem como cenário o célebre cemitério da Recoleta, em Buenos Aires (ARG), e como protagonistas os membros de uma típica família de turistas brasileiros, que dessa vez não terão boas lembranças na volta para casa. E o que dizer de quem, contrariando os conselhos da sábia avó, sai de casa em noite de raios e trovões para assistir a um infernal fenômeno conhecido como Desenterro? Em Solo de violino, uma advertência para os músicos jovens e talentosos: cuidado com as surpresas que um grande mestre pode estar preparando para você.

Com mais de vinte livros publicados, Wilson Marques iniciou sua carreira com uma série de obras para o público infantil com temática voltada para a cultura e história do Maranhão. Seguiram-se textos em cordel, a exemplo de ‘A menina inhame’ e ‘Os dois irmãos e o olu’ (SESI SP Editora), ‘O tambor do Mestre Zizinho’ (Mercuryo Jovem), ‘Arte e manhas do jabuti’ (Autêntica Editora) e ‘Adivinha quem foi o miolo do boi’ (Editora do Brasil). Mais recentemente publicou ‘Vê se adivinha!’ (Editora Edebê), um livro de adivinhações divertido e lindamente ilustrado, e ‘A festa da onça’ (Brinque Book), que o autor considera um tributo ao cordel e às histórias da tradição oral, que desde a infância o tem inspirado e encantado.

Antologia de Horror

Pela editora Multifoco, M. P. Saul estreia com ‘Antologia de Horror’. Nessa Antologia o autor reúne oito contos de terror, ambientados nos séculos XIX e XX , com personagens e locais fictícios. Pronto desde 2021, o autor aguardava uma oportunidade de apresentar aos leitores seus personagens que transitam em um ambiente nefasto e lidam com situações impossíveis e instigantes.

Dama do Reggae, Célia Sampaio, se apresenta hoje no Centro de Cultura Vale Maranhão

Ainda comemorando o Dia Internacional da Mulher, o Centro de Cultura Vale do Maranhão recebe, hoje (09), a partir das 19h, em seu Pátio Aberto, a cantora Célia Sampaio, com o Show “Ela”. A entrada é gratuita.

A apresentação contará com as músicas do último CD lançado pela dama do reggae, incluindo a canção “Ela”, poema de Maria Firmina dos Reis que foi musicado pela compositora paraibana Socorro Lira e dado de presente a Célia.

Acompanham Célia Sampaio os músicos Adnon Soares no teclado, João Paulo no baixo, Kelson Ribeiras na bateria, Rodrigo Tarta na guitarra e Joquebede Bezerra nos backing vocals. A produção é de Gabriel Campelo.

O Centro Cultural Vale Maranhão está localizado à Rua Direito, nº 149, Centro Histórico de São Luís.

Célia Sampaio

Conhecida também como a Dama do Reggae, Célia Sampaio é cantora e compositora. Cresceu no Bairro da Liberdade, uma região de classe baixa, formou-se em enfermagem, também produz corte e costura ligados elementos africanos.

Em 1984, Célia Sampaio começou a cantar no Bloco Afro Akomabu, primeiro bloco afro do carnaval do Maranhão. Canções do Ilê Aiyê e Filhos de Gandhi, ambos da Bahia foram algumas das músicas interpretadas por ela durante a Folia de Momo.Também fazia parte do corpo de baile da Companhia Barrica ao lado da também cantora maranhense, Rita Ribeiro.

Era a única mulher a integrar a banda Guethos, a primeira banda de reggae a tocar no palco do Teatro Arthur Azevedo, um dos antigos do Brasil, que fica na Cidade dos Azulejos na capital do Maranhão.
Fez apresentações na Alemanha, e também no Estado do Pará. Atuou como Backing Vocal de cantores de reggae internacional, tais como, Erick Donaldson e Judy Boucher.

Em 1999, partiu para a carreira solo abandonando a banda de reggae, e integrou o Projeto Nordeste, fazendo a abertura do show de Rita Ribeiro no Sesc-Pompéia, no Estado de São Paulo.
Esse show foi importante para a divulgação de sua carreira, com ele ganhou visibilidade diante de outros artistas da música brasileira, como: Virginia Rodrigues, Mestre Ambrósio,Leci Brandão, Chico César e Nação Zumbi.

Em 2000, Célia lançou seu primeiro CD solo intitulado “Diferente”, composição de Zé Lopes e que dá nome ao disco. O CD ainda trazia composições de Paulinho Akomabu, Alê Muniz, Mano Borges e outros compositores maranhenses já reconhecidos no estado. Este disco deu à Célia Sampaio, o prêmio Universidade FM, prêmio mais importante da música maranhense. Seus maiores sucessos são todos de um compositor maranhense chamado Paulinho Akomabu, no Reggae a música Black Power e no afoxé Ayabá Rainha.

Participou de discos de cantores como Zé Lopes, das bandas de rap, Clã Nordestino e Banda Reação, do bloco afro Akomabu, da Universidade FM, do CD do MST, interpretando a música Passamento (Joãozinho Ribeiro) e outros. Célia também já vez backing vocal pra cantora maranhense e sua amiga, Rosa Reis.

No ano de 2009, Célia Sampaio participou do show SOS Maranhão realizado pela cantora Alcione, sua conterrânea, que foi um movimento solidário para com as pessoas que tiveram suas casas devastadas pelas chuvas no Estado do Maranhão.

Sua trajetória na música maranhense e brasileira lhe valeu o título de “Dama do Reggae!”, porque num período onde somente homens se destacavam nesse estilo musical, Célia Sampaio surgiu ao soltar sua.
No ano de 2011 recebeu o Troféu Black Power, uma festa que premiou os maiores artistas do Reggae do Maranhão. Neste evento Célia Sampaio foi a homenageada principal.

No carnaval de 2012, Célia Sampaio foi homenageada pela escola de samba Unidos de Ribamar que cantou o bairro da Liberdade, local onde a cantora nasceu e viveu grande parte de sua vida.
Consagrou-se campeã da 8ª Mostra de Música do Bloco Afro Akomabu interpretando a canção Negro Axé dos irmãos Marco e Henrique Duailibe para o tema Ilha Negra de São Luís.

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