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Semana do Programa Dívida Zero é iniciada em São Luís

Começou hoje (13) e se estenderá até o dia 18 de março, na unidade VIVA/PROCON Shopping da Ilha, o Programa Dívida Zero do Procon-Ma. Consumidores endividados poderão negociar diretamente com as empresas, estando elas presentes ou não no local. Qualquer pessoa com idade a partir de 18 anos e dívidas decorrentes de relação de consumo poderá participar da ação, basta comparecer ao evento portando RG, CPF, comprovante de residência, comprovante de renda e algum documento que identifique a dívida.

Participam do Programa empresas como Equatorial Energia, Claro, Tim, CAEMA, Crednosso, CDL São Luís, A Renovar e a Faculdade Pitágoras. Os consumidores que possuem dívidas com empresas credoras ausentes poderão formalizar sua proposta de negociação diretamente com o PROCON.

Também será possível negociar com uma ou mais empresas e parcelar o pagamento em até cinco anos. Entretanto, o plano de quitação de dívidas não poderá comprometer mais que 35% da renda mensal do consumidor.

O objetivo da ação é de oferecer condições para que os consumidores saiam da inadimplência e recobrem seu poder de compra. Além disso, será oferecida consultoria de educação financeira, para que o consumidor organize suas finanças e evite o superendividamento.

O programa Dívida Zero foi idealizado com base na Lei nº 14.181/21 (Lei do Superendividamento) (Lei do Superendividamento), que alterou o Código de Defesa do Consumidor e o Estatuto do Idoso, para garantir maior segurança financeira aos núcleos familiares.

Começa em São Luís o I Congresso Estadual do Municipalismo Maranhense

Começou hoje (13) o I Congresso Estadual do Municipalismo Maranhense. O evento ocorre hoje e amanhã e vai reunir autoridades representativas nacionais, do Maranhão e de São Luís, tais como Prefeito(a)s, Vice-Prefeito(a)s, Ex-Prefeito(a)s, Vereadore(a)s e Secretário(a)s Municipais, que farão parte de uma intensa programação com debates, feiras, oficinas e palestras.
A abertura do evento, ficou por conta do presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem), Ivo Rezende e do governador do Maranhão, Carlos Brandão, acompanhado da presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale.
O Congresso recebeu cerca de 1500 inscrições de interessado em participar de oficinas, feiras e debates, voltados ao municipalismo, pacto federativo e gestão municipal. Na programação de hoje, está a assinatura de um termo de parceria entre a Federação dos Municípios do Maranhão (Famem) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e palestra do Ministro das Comunicações, Juscelino Filho.

O evento tem ainda confirmados como palestrantes o Ministro da Justiça e Segurança Flávio Dino, o secretário-executivo do Ministério das Cidades, Hildo Rocha. O congresso vai contar também com a presença do governador do Maranhão, Carlos Brandão, prefeitos, vice-prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, deputados federais e deputados estaduais.

Ainda como parte da programação, será promovido o Prêmio Famem de Boas Práticas. A premiação tem por intuito reconhecer, valorizar e condecorar os municípios que apresentam práticas de inovação na gestão pública.
Serão contemplados os projetos executados entre janeiro de 2021 e fevereiro de 2023, que contribuíram de forma efetiva e comprovada em áreas como Assistência Social, Cultura, Desenvolvimento Rural, Ecossistemas de Inovação, Meio Ambiente, Saúde, Segurança Pública, dentre outras.

Programação
Dia 13 (Tarde):

14h30 – Mesa de Abertura: Presidente da Famem; ministro das Comunicações: Juscelino Filho
14h30 – Ministro das Comunicações Juscelino Filho
Tema: Como as tecnologias da informação e comunicação influenciam nas relações institucionais para o desenvolvimento da sociedade
16h – Mesa com órgão de controle – Convidados: MPF, MPE, TJ, (Morador: Famem).
18h – Encerramento

Dia 14
Manhã:

08h – Credenciamento
9h – Abertura do evento (Autoridades: Presidente da Famem, ministro Flávio Dino e demais autoridades presentes)
09h20 – Fala de abertura e boas-vindas do presidente da Famem, Ivo Rezende, ao segundo dia do evento.
09h30 – Ministro da Justiça Flávio Dino
Tema: Pacto Federativo
10h30 – Mesa com órgãos de controle – Convidados: TCU, CGU, TCE, e MP; (Moderador: Famem).
Tema: Os principais desafios na implantação dos normativos da Nova lei de Licitações.
12h30 – Intervalo para o almoço

Tarde:

14h30 – Formação de mesa com presidente da Famem, Ivo Rezende; governador Carlos Brandão; secretário-executivo Hildo rocha e autoridades presentes.
15h – Hildo Rocha secretário-executivo do Ministério das Cidades;
Tema: Obras inacabadas e seus desdobramentos/ O retorno do Programa Minha casa, Minha Vida.
16h – Apresentação e Premiação das Boas Práticas Municipais.
17h – Entrega de Premiação do Programa Tarifa Social – Famem, Sedes e Equatorial.
17h30 – Encerramento do I Congresso Estadual do Municipalismo Maranhense – Presidente da Famem (Leitura da Carta Municipalista)
18h – Encerramento

 

Alunos do SESI-MA vão participar de campeonato nacional de robótica, em Brasília

Alunos do SESI-MA estão com tudo pronto para participar do campeonato nacional de Robótica que acontece em Brasília, de 15 a 18 de março. Tecnologia, inovação e conhecimento serão levados à Capital Federal pelas equipes de robótica do SESI- MA, que apresentarão soluções inovadoras que prometem agitar o evento.

Ao todo, 11 equipes maranhenses desembarcam em Brasília na próxima terça-feira (14), para uma emocionante disputa em três grandes competições que integram a temporada 2022-2023 do Festival SESI de Robótica. São elas: a FIRST® LEGO® League (FLL), FIRST® Tech Challenge (FTC), e a F1 in Schools.

Na temporada 2023, a FIRST® LEGO® League (FLL) trabalha com a temática da energia. As equipes terão que provar diante de uma banca de juízes que os robôs que programaram são capazes de executar bem a sua missão e apresentar alternativas inovadoras para geração, armazenamento, distribuição e/ou consumo de energia. O público vai se surpreender com a capacidade dos alunos competidores, com idade entre 9 e 16 anos, de criarem soluções para problemas tão complexos.

No torneio, que terá como palco o estádio Mané Garrincha, em Brasília, os alunos classificados ou robotiquers, como preferem ser chamados, disputarão com times de todo o Brasil. As equipes maranhenses classificadas no regional de robótica, que ocorreu em fevereiro deste ano, no SESI Araçagi, em São Luís, e que embarcam para a disputa de FLL, em Brasília, são a Dracarys, do SESI São Luís (MA), Robotic’s Angels, do SESI Imperatriz (MA), Gipsy Danger, do SESI São Luís (MA), The Crew, do SESI São Luís (MA), Smart Team, do SESI Bacabal (MA), Robotics Alpha, da Escola Municipal Wady Fiquene (MA).

FÓRMULA 1 e FTC – Na modalidade F1 in Schools, os competidores das escuderias Graffeno, do SESI Imperatriz, Pugnator, Ragnar e Spartacus, do SESI São Luís, são as que competem no nacional, em Brasília. Já as equipes Everest e Falcons vão representar o Maranhão, pela primeira vez, na modalidade First Tech Challenge (FTC), onde precisam trabalhar com máquinas e circuitos – os mesmos equipamentos utilizados por grandes engenheiros – a temática sobre o futuro da energia sustentável.

O professor e técnico de FTC do SESI espera que os alunos façam no nacional o que aprenderam durante os treinos. “Nós estamos em busca de experiências, competindo nacionalmente. Durante os preparativos, conhecemos os componentes principais utilizados no robô; definimos estratégias e treinamos muito para disputar no nível dos competidores já experientes”.

Os alunos já estão de malas prontas para embarcar no dia 14 de março. O clima nos preparativos é de muita animação e ansiedade. Ana Júlia da Cunha Rosa, aluna da Escola do SESI, em São Luís, compõe a equipe de FLL Gipsy Danger, e fala do nervosismo e dos preparativos para o nacional de robótica. “A gente está trabalhando bastante e dando o melhor que podemos. A nossa dedicação é intensa e estamos muito animados, cheios de alegria e ansiedade para apresentar tudo o que a gente construiu desde o regional”.

O técnico da Gypsy Danger, professor do SESI São Luís, Giovanne Mendes, atua no sentido de direcionar as expectativas dos alunos para um mindset positivo durante a competição. “A expectativa é gigante e os alunos já trabalharam muito no regional. O que afirmo para a equipe é que os resultados até aqui foram ótimos e, com os esforços deles, vamos superar os desafios, como superamos a cada campeonato”.

“Apesar de parecer brincadeira, a robótica educacional é levada a sério e dá resultado. O desempenho excelente dos nossos alunos se explica porque a nossa metodologia estimula o espírito de desafio, a busca da solução de problemas, e os leva a concretizarem projetos. A nossa participação no Torneio Nacional é a prova do sucesso nos resultados conquistados pelos nossos alunos”, afirma o superintendente regional do SESI, Diogo Lima.

Apesar das dificuldades, PIB de 2022 cresce 2,9%

Em 2022, o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 2,9% frente a 2021. Houve crescimentos em Serviços (4,2%) e na Indústria (1,6%) e queda na Agropecuária (-1,7%).

Período de comparação Indicadores (%)
PIB AGROP INDUS SERV FBCF CONS. FAM CONS. GOV
Trimestre / trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal) -0,2% 0,3% -0,3% 0,2% -1,1% 0,3% 0,3%
Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior (sem ajuste sazonal) 1,9% -2,9% 2,6% 3,3% 3,5% 4,3% 0,5%
Acumulado em quatro trimestres / mesmo período do ano anterior (sem ajuste sazonal) 2,9% -1,7% 1,6% 4,2% 0,9% 4,3% 1,5%
Valores correntes no 4º trimestre (R$) 2,6 trilhões 116,5 bilhões 539,8 bilhões 1,6 trilhão 488,5 bilhões 1,7 trilhão 529,8 bilhões
Valores correntes no ano (R$) 9,9 trilhões 675,5 bilhões 2,1 trilhões 5,8 trilhões 1,9 trilhão 6,3 trilhões 1,8 trilhão
Taxa de investimento (FBCF/PIB) 2022 = 18,8%
Taxa de poupança (POUP/PIB) 2022 = 15,9% 

O PIB totalizou R$ 9,9 trilhões em 2022. O PIB per capita alcançou R$ 46.154,6 em 2022, um avanço real de 2,2% ante o ano anterior.

A taxa de investimento em 2022 foi de 18,8% do PIB, enquanto o registrado em 2021 foi de 18,9%. Já a taxa de poupança foi de 15,9% (ante 17,4% em 2021).

Frente ao 3º trimestre, na série com ajuste sazonal, o PIB variou -0,2%. A Agropecuária e os Serviços também apresentaram variações de 0,3% e 0,2%, respectivamente, enquanto a Indústria variou -0,3%.

Em relação ao 4º trimestre de 2021, o PIB avançou 1,9% no último trimestre de 2022, oitavo resultado positivo consecutivo nesta base de comparação. Foram registradas altas nos Serviços (3,3%) e Indústria (2,6%), enquanto Agropecuária caiu 2,9%.

Principais resultados do PIB a preços de mercado do 4º Trimestre de 2021 ao 4º Trimestre de 2022
Taxas (%) 2021.IV 2022.I 2022.II 2022.III 2022.IV
Acumulado ao longo do ano / mesmo período do ano anterior 5,0 2,4 3,1 3,2 2,9
Últimos quatro trimestres / quatro trimestres imediatamente anteriores 5,0 5,2 3,2 3,0 2,9
Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior 2,1 2,4 3,7 3,6 1,9
Trimestre / trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal) 1,1 1,3 0,9 0,3 -0,2
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais

PIB cresce 2,9% em 2022

O PIB em 2022 cresceu 2,9% ante o ano anterior. Houve aumento de 3,0% no Valor Adicionado a preços básicos e de 2,1% no volume dos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

O resultado do Valor Adicionado nesta comparação refletiu o desempenho das três atividades que o compõem: Agropecuária (-1,7%), Indústria (1,6%) e Serviços (4,2%).

Consequentemente, o PIB per capita avançou (em termos reais) 2,2% em relação a 2021, alcançando R$ 46.154,6 (em valores correntes) em 2022.

A queda do Valor Adicionado da Agropecuária no ano de 2022 (-1,7%) decorreu do decréscimo de produção e perda de produtividade da atividade Agricultura, que suplantou as contribuições positivas das atividades de Pecuária e Pesca.

Na Indústria, o destaque positivo foi o desempenho da Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (10,1%), que teve bandeiras tarifárias mais favoráveis ao longo de 2022. A Construção (6,9%) também registrou crescimento.

As Indústrias de Transformação (-0,3%) tiveram desempenho negativo, causado principalmente pela queda da metalurgia de metais ferrosos; produtos de metal; produtos químicos; produtos de madeira e de borracha e plástico. As Indústrias Extrativas caíram 1,7% devido à queda na extração de minério de ferro.

Todas as atividades dos Serviços tiveram crescimento: Outras atividades de serviços (11,1%), Transporte, armazenagem e correio (8,4%), Informação e comunicação (5,4%), Atividades imobiliárias (2,5%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade sociais (1,5%), Comércio (0,8%) e Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,4%).

Na análise da despesa, houve alta de 0,9% da Formação Bruta de Capital Fixo, segundo ano consecutivo de crescimento. A Despesa de Consumo das Famílias avançou 4,3% em relação ao ano anterior. A Despesa do Consumo do Governo, por sua vez, cresceu 1,5%.

No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços cresceram 5,5%, enquanto as Importações de Bens e Serviços subiram 0,8%.

PIB atinge R$ 9,9 trilhões em 2022

No acumulado do ano, o PIB em valores correntes totalizou R$ 9,9 trilhões, sendo R$ 8,6 trilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 1,3 trilhão aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

A taxa de investimento no ano de 2022 foi de 18,8% do PIB, enquanto o observado no ano anterior foi de 18,9%. A taxa de poupança foi de 15,9% em 2022 (ante 17,4% em 2021).

PIB varia -0,2% em relação ao 3º tri de 2022

O PIB variou -0,2% no 4º trimestre de 2022 na comparação com o trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal). A Indústria retraiu 0,3%, enquanto a Agropecuária e os Serviços apresentaram variação positiva de 0,3% e 0,2%, respectivamente.

Dentre as atividades industriais, houve queda nas Indústrias de Transformação (-1,4%), na Construção (-0,7%) e na atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,4%). O único resultado positivo foi nas Indústrias Extrativas (2,5%).

Nos Serviços, as atividades de Informação e comunicação (1,8%), Outras atividades de serviços (0,9%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,9%), Atividades imobiliárias (0,7%) e Transporte, armazenagem e correio (0,2%) tiveram desempenho positivo. Em contrapartida, houve queda no Comércio (-0,9%) e em Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,5%).

Pela ótica da despesa, houve variação positiva da Despesa de Consumo das Famílias (0,3%) e da Despesa de Consumo do Governo (0,3%), ao passo que houve queda da Formação Bruta de Capital Fixo (-1,1%).

As Exportações de Bens e Serviços cresceram 3,5%, enquanto as Importações de Bens e Serviços caíram 1,9% em relação ao terceiro trimestre de 2022.

Em relação ao 4º tri de 2021, PIB cresce 1,9%

Frente ao 4º trimestre de 2021, o PIB avançou 1,9%, o oitavo resultado positivo consecutivo nesta base de comparação. O Valor Adicionado a preços básicos e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios cresceram 1,8% e 2,4%, respectivamente.

A Agropecuária recuou 2,9% ante igual período de 2021, com destaque para produtos como mandioca (-1,6%), fumo (-7,1%) e batata inglesa (-2,4%), cujas safras são significativas no 4° trimestre e que apresentaram queda na estimativa de produção anual e perda de produtividade. Por outro lado, as culturas de cana de açúcar, laranja e trigo apresentaram crescimento na produção anual, estimadas em 2,7%, 4,4% e 28,5%, respectivamente.

A Indústria avançou 2,6% no trimestre com alta em todas as suas atividades. O principal destaque foi o crescimento em volume da atividade Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (10,8%). Tal resultado explica-se pelas bandeiras tarifárias mais favoráveis neste trimestre, contrastando com a escassez hídrica no mesmo período de 2021.

A Construção cresceu 3,2% no trimestre. Indústrias Extrativas cresceram 1,4%, puxadas pela alta na extração de petróleo e gás, compensando a queda ocorrida no minério de ferro. Da mesma forma, as Indústrias de Transformação também tiveram resultado positivo (1,0%) pela influência do aumento da fabricação de produtos alimentícios, veículos automotores, outros equipamentos de transporte, produtos farmoquímicos e farmacêuticos.

Os Serviços cresceram 3,3% frente ao mesmo período do ano anterior. O avanço foi impulsionado pelos resultados positivos de Outras atividades de serviços (8,3%), Transporte, armazenagem e correio (5,3%), Informação e comunicação (4,9%), Atividades Imobiliárias (3,2%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,4%) e Comércio (2,1%). Já a atividade Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,3%) apresentou variação negativa.

Entre os componentes da demanda interna, a Despesa de Consumo das Famílias (4,3%), a Despesa de Consumo do Governo (0,5%) e a Formação Bruta de Capital Fixo (3,5%) tiveram alta em relação a igual período do ano anterior.

No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços cresceram 11,7% assim como as Importações de Bens e Serviços avançaram 4,6% no quarto trimestre de 2022.

 

Fonte: IBGE

Cratera se abre em uma das principais vias do Renascença

Entre um susto e outro os moradores do Renascença II vão suportando os perigos do bairro nobre no preço do IPTU e miserável na constituição de suas ruas. Algumas largadas há anos sem fazer parte da “programação”… Assim é com a Travessa dos Periquitos, pequena via de intenso tráfego, totalmente esburacada.

Na manhã de domingo (26) os moradores dos condomínios levaram mais um susto com uma imensa cratera que se abriu na Rua dos Bicudos, umas principais vias de ligação entre a Holandeses e a Colares Moreira. Segundo uma moradora do prédio defronte, a cratera se abriu logo após a passagem de um caminhão “sorte ser um domingo de manhã, senão poderia ter sido grave”, cabe um carro nesse buraco”.

Logo na manhã da segunda (27) uma equipe já trabalhava para sanar o problema, não se sabe porque algum morador “importante” avisou, ou se um lampejo de competência e responsabilidade baixou sobre o poder público. O fato é que a rua é importante para o tráfego.

Porém, há outras preocupações. Vizinho à cratera aberta, a equipe trabalhava no desentupimento de uma galeria, cujo aprofundamento lateral é perceptível. Assim como rachaduras e afundamentos em várias ruas do bairro de imposto nobre da cidade.

Mais ruas esburadas

Quanto à travessa dos Periquitos, que fica entre as ruas Graúnas e Sabiá, síndico de um dos condomínios que  utiliza a via para entrar e sair da garagem(esse com 90 unidades e três andares de garagem) conta que a Graúnas e Sabias já passaram por duas operações de tapa-buracos e  “Nas duas vezes perguntei se reformariam a Periquitos. O cara consultou uma prancheta e disse: não está na programação”. A rua está quase intransitável.

A sorte, único elemento com que os moradores podem contar, é que não choveu nas últimas horas, senão a nova cratera seria um problema bem maior. Enquanto isso, os curativos vêm sendo aplicados, mas até quando? Até a gangrena chegar e precisar de uma amputação?

Moto Club de repetidas tradições

Começo esse artigo citando uma das minhas referências na comunicação, o jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues.

Em sua crônica semanal na revista Manchete Esportiva no dia 17 de dezembro de 1955 sob o título de “A conveniência de ser covarde” o autor de A Sombra das Chuteiras Imortais foi acompanhar uma partida entre o Olaria e o Fluminense na tradicional rua Bariri e disse o seguinte na época:

“via de regra, só o heroísmo é afirmativo, é descarado. O herói tem sempre uma desfaçatez única: — apresenta-se como se fosse a própria estátua equestre. Mas a covardia, não. A covardia acusa uma vergonha convulsiva”.

Dito isso, precisamos voltar um pouco no tempo para tentarmos entender o atual momento do Moto Club, mas precisamente ao final do ano de 2007, quando o deputado Antonio Bacelar assume a presidência do Moto. Percebam que há 15 anos o moto já repetia a formula de políticos “salvadores da pátria” para gerir um time de futebol. A imprensa na época vendia uma terra arrasada na gestão de Biné Borges, em virtude do mal campeonato e mesmo ele tem deixado no elenco nomes como Misael, Paulo César, Lenilson e Palito, não foi perdoado pela crônica esportiva.

Antonio Bacelar prometeu o que a torcida queria ouvir, mas não aguentou a pressão dos resultados na taça cidade de São Luis, ficou ausente e saiu meses depois usando a desculpa do mandato. Em seu lugar assumiu o Nelson Frota, que já era presidente do Conselho Deliberativo e segurou o clube pagando os salários, mas no final de outubro de 2008 deixa o clube depois de uma determinação sua ter sido desobedecida por um conselheiro e também pelo lamentável fato em que seu filho levou uma pedrada da torcida após um empate contra o rival que desclassificou o time no segundo turno. E observem bem, o time foi campeão do primeiro turno e acabou sagrando-se campeão naquele ano com Evandro Marques como gerente de futebol.

Mesmo sendo campeão, a imprensa continuava vendendo terra arrasada e encontrou no deputado Cleber Verde a esperança do momento para acabar com a carência de um político “salvador da pátria”. Como exemplo uma manchete da época dizia que acabou o drama rubro negro… Mas na verdade estava começando ali o nosso calvário.

O ano de 2009 foi trágico para o Moto.  Tivemos mais uma vez a ausência do presidente, Evandro Marques foi preterido por Cesar Castro no comando do futebol, o elenco totalmente modificado e contratações como Daniel Meneses, do uruguaio Larossa não surtiram efeito, nem mesmo Jack Jones e Marcinho foram capazes de evitar o rebaixamento, uma vergonha sem precedentes para a história do clube.

Ainda em 2009 houve uma tentativa desprezível de virada de mesa para o clube disputar a segunda divisão no mesmo ano que caiu, tal lambança ganhou repercussão nacional quando o Chapadinha entregou o jogo para o Viana no placar de 11 x 0, resultado que impediu o Moto de voltar a primeira divisão. Em 2010 apesar da ameaça do então presidente do conselho deliberativo Cursino Raposo de fechar as portas por falta de dinheiro, o moto conseguiu ser campeão da segundinha e voltar à elite do futebol maranhense, mas por pouco tempo.

No inicio 2012 tivemos uma junta governativa com Sarney Neto de presidente e Daniel Menezes de diretor de futebol, novamente a crise de salários atrasados, presidente ausente e conselho deliberativo omisso, praticamente uma repetição de erros do passado, o resultado foi mais uma vez o rebaixamento para série B do campeonato maranhense. Na sequencia veio a primeira presidente mulher na história do clube, Vera Baldez que tinha como Braço Direito Cleber Pereira, mas não conseguiu terminar o ano na direção do clube. Cleber Pereira abandonou o cargo de diretor de futebol e o time tecendo duras criticas ao conselho deliberativo e com o clube repleto de dívidas.

Em 2013 nenhum politico salvador da pátria quis assumir o time na segunda divisão e coube ao saudoso Roberto Fernandes à missão de colocar o Moto na primeira divisão novamente, mas passada a euforia veio a realidade da crise financeira e Roberto propõe a paralisação do clube devido ao baixo público nos estádios e a falta de patrocínios para continuar disputando o campeonato maranhense 2015.

Em 2016 Hans Nina assume e consegue ser campeão estadual e almejado acesso a serie  C, mas renunciou decepcionado com a torcida após ser derrotado nas urnas, mas pesou também a falta de receitas previstas para a temporada seguinte e as ameaças de penhoras por dividas das gestões anteriores.

Com a renúncia de Hans, em 2017 Celio Sergio assume, monta um bom time trazendo jogadores pedidos pela torcida, mas numa “interpretação equivocada” do regulamento pela FMF, o Moto fica fora das finais do campeonato. As cotas da copa do nordeste e copa do Brasil não foram suficientes para suportar a folha salarial mais alta dos últimos 10 anos, além das penhoras de dividas das gestões anteriores e no final da temporada o trágico rebaixamento para a série D. Daniel Meneses era o diretor de futebol e mais uma vez o fantasma do descenso bateu na sua porta.

Em 2018 esse que vos escreve assume o time e fica quatro anos a frente do clube e se torna o presidente que passou mais tempo no comando do clube nos últimos 20 anos. Foram quatro temporadas, sendo as últimas duas durante a pandemia que prejudicou vários times de futebol pelo Brasil, sem públicos nos estádios e falta de patrocínios com empresas sendo socorridas pelo governo federal para não quebrarem, mas mesmo assim cheguei a quatro finais consecutivas, sendo campeão em 2018, mantendo o calendário completo para time, mas a imprensa mais uma vez vendia a terra arrasada.

A história é um pouco longa para chegar até o momento atual, porem necessária para um melhor entendimento e questionamentos que precisam ser feitos.

 O primeiro deles é em qual mundo vivia o atual presidente que não conhecia o histórico do time que se meteu para gerenciar? No seu discurso estava a falácia de que tinha resolvido o problema do Socorrão e seria muito fácil encarar o Moto. Sobre o resolver o problema do velho hospital, é bom deixar claro que Yglesio, que por sinal é médico de profissão, ficou longe de resolver os problemas históricos do Djalma Marques, passou apenas sete meses na direção  sendo demitido pelo prefeito Edvaldo Holanda Junior, os legados de sua gestão foram apenas uma  vaquinha para arrecadar alimentos e outras polêmicas que não vale a pena nem citar. Agora me digam, tem possibilidade de alguém, por mais capaz que seja, resolver problemas crônicos de décadas em um hospital em sete meses? Pior que teve gente que acreditou nessa história. A imprensa esportiva então fez festa.

 Mas não podemos esquecer os conselheiros que o apoiaram, foram praticamente os mesmos de 15 anos atrás que sequer avaliaram suas bravatas e pasmem, ainda continuam acreditando na solução de um político “salvador da pátria”. Mas para alguns basta ter um mandato e mesmo nunca o deputado nunca ter ido torcer para o time no Nhozinho Santos, entregaram o destino de um clube de 84 anos de tradição para um aventureiro que com toda a sua arrogância, achou que resolveria os problemas de décadas do time passando por cima todos adotando um discurso de investimentos baixos no time para pagar em dia.

O resultado esta ai, o time dois anos sem calendário e de férias de suas atividades já em fevereiro, uma marca negativa difícil de ser superada na história do clube. Um prejuízo muito maior do que deixar dois meses de folhas salariais atrasadas. Ou seja, deixaram um calouro no futebol que jamais foi motense, que nunca jogou bola na vida, que estava por fora da realidade do futebol local tomar decisões sobre o futuro do clube sem o mínimo conhecimento de causa. Será que Yglésio errou sozinho mesmo? Com Certeza não.

Para o Moto resta juntar os cacos e resolver internamente o seu futuro. Os conselheiros mais antigos precisam reconhecer que já fizeram muito pelo clube em outros momentos, mas o modelo de governança precisa mudar. O Moto é um time que nasceu nas elites maranhenses e que sempre teve o poder concentrado em famílias tradicionais do estado, essa tradição foi quebrada algumas vezes a custo de embates internos prejudiciais as gestões que passaram pelo time. Porém não podemos responsabilizar somente alguns conselheiros ou presidentes que passaram ou que por ventura venham assumir. É necessário um amplo debate interno com torcedores e conselheiros para definir qual rumo seguir, é preciso inclusive repensar algumas formas de torcer onde copiar e normalizar ofensas e xingamentos em redes sociais como acontece nos grandes do futebol brasileiro não vai trazer uma solução, pelo contrário, nossa realidade é diferente, é preciso entender isso, além do mais, a história mostra que essas práticas já afastaram nomes como Nelson Frota e o próprio Hans, bons presidentes que contribuíram notadamente para o clube.

Esperamos que o prejuízo enorme a marca do clube causada pela gestão de Yglesio, repito, bem maior que duas folhas atrasadas, sirva de lição para mostrar que não existe “salvadores da pátria”, é necessário arregaçar as mangas e trabalhar pelo time de mãos dadas. Não da para ter a postura de atirar pedras e esconder a mão, não é admissível um poder concentrado na mão de conselheiros antigos para decidir quem é o presidente e depois do caldo derramado tirar o corpo fora, e ainda continuar insistindo no erro colocando políticos que caem de paraquedas buscando uma base eleitoral para se elegerem.

Precisamos virar essa página, como também é necessário entender que setores da imprensa não são amigos do clube, imprensa sobrevive de polêmicas e quer extrair o máximo que pode da rotina do time em busca de audiência, afinal todos sabem que noticias ruins vendem mais do que noticias boas. Sem falar a maioria dos nossos jornalistas esportivos já passaram de alguma forma pelo futebol futebol profissional como jogadores, dirigentes, assessores e nunca resolveram nada, mas mesmo assim falam como se fossem sumidades. Para piorar são influenciados pelo modelo de futebol dos grandes clubes e a comparação desleal com outras realidades induzem o torcedor a exigir muito mais de um futebol local, que por sinal esta bem longe dos grandes centros transformando os clubes como o Moto em uma grande panela de pressão tornando inviável a harmonia necessária entre clube e torcida.

Lembram-se da frase de Nelson Rodrigues no inicio do texto, pois bem, no começo todos chegam arvorados de coragem, mas na hora do “pega para capar” dentro de campo,  afinam e saem de cena, os que escolheram se encolhem e cabem aos que ficam segurar o veneno, futebol não é para qualquer um, muito menos para quem nunca jogou bola na vida.

Maranhão apresenta Índice Nacional da Construção Civil mais alto do nordeste, em janeiro

O Maranhão marca o maior alta do nordeste no Índice Nacional da Construção Civil. A média nacional ficou em 0,31% em janeiro, o Maranhão marcou o dobro, ficando com 0,62% de alta.

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou variação de 0,31% em janeiro, ficando 0,23 ponto percentual acima da taxa de dezembro de 2022 (0,08%). Em relação a janeiro de 2022 (0,72%), a taxa foi menor em 0,41 ponto percentual. Os últimos doze meses foram para 10,45%, resultado próximo aos 10,90% registrados nos doze meses imediatamente anteriores.

custo nacional da construção, por metro quadrado, que em dezembro fechou em R$ 1.679,25, passou em janeiro para R$ 1.684,45, sendo R$ 1.000,94 relativos aos materiais e R$ 683,51 à mão de obra.

Em janeiro, a parcela dos materiais apresentou variação de -0,03%, iniciando o ano com queda de 0,1 ponto percentual em relação a dezembro do ano anterior (0,07%). Vale ressaltar que a última taxa negativa observada nesse segmento foi em dezembro de 2019 (-0,13%). Considerando o índice de janeiro de 2022 (0,63%), houve queda de 0,66 ponto percentual.

Já a mão de obra, com taxa de 0,81%, impulsionada pelo reajuste no valor do salário-mínimo, registrou aumento de 0,73 ponto percentual em relação a dezembro do ano passado (0,08%). Com relação a janeiro de 2022, houve queda de 0,06 ponto percentual (0,87%).

O resultado acumulado dos últimos doze meses ficou em 9,30% na parcela dos materiais e 12,11% na parcela da mão de obra.

Região Norte registra maior variação mensal no primeiro mês do ano

A Região Norte, com alta em 5 dos seus 7 estados, destacando-se Amazonas (1,07%) e Tocantins (1,04%), ficou com a maior variação regional em janeiro, 0,71%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,03% (Nordeste), 0,54% (Sudeste), 0,00% (Sul) e 0,25% (Centro-Oeste).

Em janeiro, Minas Gerais registra a maior alta

Com reajuste observado nas categorias profissionais, Minas Gerais foi o estado que registrou a maior taxa no primeiro mês do ano, 1,99%.

SINAPI – Janeiro de 2023

COM desoneração da folha de pagamento

de empresas do setor da construção civil

CUSTOS NÚMEROS VARIAÇÕES PERCENTUAIS
ÁREAS GEOGRÁFICAS MÉDIOS ÍNDICES
R$/m2 JUN/94=100 MENSAL NO ANO 12 MESES
BRASIL  1684,45 843,21 0,31 0,31 10,45
REGIÃO NORTE  1709,77 851,89 0,71 0,71 12,11
Rondonia 1754,44 978,39 0,13 0,13 15,88
Acre 1802,17 956,29 0,11 0,11 10,58
Amazonas 1696,73 830,64 1,07 1,07 15,00
Roraima 1774,10 736,88 -0,30 -0,30 12,26
Para 1696,38 813,43 0,89 0,89 10,47
Amapa 1613,00 783,46 -0,10 -0,10 12,23
Tocantins 1756,15 923,33 1,04 1,04 10,66
REGIÃO NORDESTE  1561,05 843,05 0,03 0,03 8,91
Maranhão 1584,41 834,80 0,62 0,62 9,75
Piaui 1548,32 1029,03 0,03 0,03 8,21
Ceara 1543,51 891,64 0,00 0,00 8,90
Rio Grande do Norte 1548,15 780,28 0,36 0,36 15,72
Paraiba 1590,33 879,37 -0,07 -0,07 9,98
Pernambuco 1549,60 828,44 -0,09 -0,09 11,84
Alagoas 1509,33 753,98 0,23 0,23 6,42
Sergipe 1484,27 788,67 0,58 0,58 9,69
Bahia 1581,54 837,25 -0,28 -0,28 5,92
REGIÃO SUDESTE  1744,44 835,05 0,54 0,54 10,40
Minas Gerais 1641,33 903,20 1,99 1,99 11,43
Espirito Santo 1534,67 851,33 -0,62 -0,62 7,90
Rio de Janeiro 1839,93 838,48 0,10 0,10 9,24
São Paulo 1785,10 806,21 0,02 0,02 10,51
REGIÃO SUL  1761,86 842,62 0,00 0,00 10,13
Parana 1736,43 830,34 0,09 0,09 10,16
Santa Catarina 1905,86 1032,00 -0,05 -0,05 10,84
Rio Grande do Sul 1665,77 755,97 -0,12 -0,12 9,23
REGIÃO CENTRO-OESTE 1727,02 881,66 0,25 0,25 13,98
Mato Grosso do Sul 1678,87 789,69 0,31 0,31 11,80
Mato Grosso 1770,23 1009,79 -0,02 -0,02 19,69
Goias 1688,83 891,97 0,91 0,91 12,27
Distrito Federal 1755,54 775,21 -0,30 -0,30 10,48

SINAPI – Janeiro de 2023

SEM desoneração da folha de pagamento

de empresas do setor da construção civil

CUSTOS NÚMEROS VARIAÇÕES PERCENTUAIS
ÁREAS GEOGRÁFICAS MÉDIOS ÍNDICES
R$/m2 JUN/94=100 MENSAL NO ANO 12 MESES
BRASIL  1789,58 895,08 0,34 0,34 10,52
REGIÃO NORTE  1807,28 900,59 0,68 0,68 12,02
Rondonia 1856,34 1035,01 0,09 0,09 15,65
Acre 1898,99 1008,06 0,17 0,17 10,25
Amazonas 1792,63 877,89 1,01 1,01 14,85
Roraima 1883,42 782,13 -0,29 -0,29 12,11
Para 1793,10 859,47 0,84 0,84 10,46
Amapa 1706,93 829,08 -0,07 -0,07 12,10
Tocantins 1856,28 976,23 1,08 1,08 10,77
REGIÃO NORDESTE  1652,89 892,88 0,07 0,07 8,99
Maranhão 1676,98 883,70 0,60 0,60 9,75
Piaui 1638,83 1088,87 0,11 0,11 7,99
Ceara 1632,09 942,25 0,06 0,06 8,96
Rio Grande do Norte 1637,69 825,32 0,38 0,38 15,71
Paraiba 1684,41 931,32 -0,06 -0,06 9,93
Pernambuco 1640,06 876,97 -0,08 -0,08 11,89
Alagoas 1599,91 799,57 0,30 0,30 6,68
Sergipe 1568,54 833,65 0,66 0,66 9,91
Bahia 1676,91 886,83 -0,21 -0,21 6,09
REGIÃO SUDESTE  1858,80 889,28 0,59 0,59 10,59
Minas Gerais 1740,77 957,66 2,23 2,23 11,83
Espirito Santo 1626,97 902,50 -0,60 -0,60 7,94
Rio de Janeiro 1963,93 895,58 0,11 0,11 9,25
São Paulo 1906,32 860,99 -0,01 -0,01 10,70
REGIÃO SUL  1880,52 899,14 0,00 0,00 10,25
Parana 1856,68 887,74 0,09 0,09 10,39
Santa Catarina 2038,71 1104,21 -0,04 -0,04 10,73
Rio Grande do Sul 1768,08 802,55 -0,11 -0,11 9,45
REGIÃO CENTRO-OESTE 1828,36 933,35 0,27 0,27 13,98
Mato Grosso do Sul 1776,15 834,77 0,30 0,30 11,75
Mato Grosso 1872,16 1068,09 0,02 0,02 19,66
Goias 1790,14 944,84 0,92 0,92 12,27
Distrito Federal 1858,95 821,16 -0,29 -0,29 10,61

Fonte: IBGE

A chuva e a enxurrada de promessas não cumpridas

A pauta do dia foram as chuvas torrenciais que castigaram a cidade hoje de manhã. Imagens recorrentes que acabam sendo um prato cheio para a imprensa criar suas narrativas, mas por outro lado atormentam a vida de milhares maranhenses que moram em áreas de risco e aqueles que precisam se locomover para fazer suas atividades. Nada de novo e mais uma vez foi um caos anunciado.

Acho que não precisamos ficar apontando os culpados da vez, os problemas são os mesmos, os especialistas já foram ouvidos em diversas oportunidades, exemplos viáveis de outras cidades já foram apresentados e para azar do povo, o adágio popular digno de Sucupira do Norte é recorrente na mentalidade da maioria dos políticos maranhenses, “obra embaixo da terra não dá voto”. E se o problema continua, todos nós somos culpados.

Analisando um pouco o papel da imprensa nesse processo, tem uma música do vocalista da banda camisa de vênus, que tem um trecho interessante “ eu chorava no quarto quando chegou a TV, mas não disseram a verdade e nem mostraram o porque. Minhas mãos banhadas de sangue, lavadas do horror, pensaram que era outro filme e chamaram o patrocinador”.

O que passou despercebido para a maioria, chamou a atenção dos mais atentos, se foi proposital ou não, não saberemos, mas aconteceu e deixou o prefeito de São Luís fragilizado no seu discurso. Hoje durante o Jornal do Maranhão primeira edição um fato chamou a atenção. O programa entrevistou o professor universitário Leonardo Soares, que discorreu muito bem sobre o que era necessário para resolver o problema, nada de novo nas soluções apresentadas, mas ele teve coragem de falar que as medidas adotadas em situações como essa são apenas paliativas, até ai tudo normal e até previsível dentro do jornalismo, porém no bloco seguinte a entrevista da vez foi com o prefeito Eduardo Braide, que repetiu as mesmas medidas paliativas citadas anteriormente pelo professor. o Prefeito ainda tentou dar uma escapulida para o plano diretor, mas não convence muito, umas vez que os pontos críticos da cidade continuarão com problemas até serem solucionados com obras de saneamento básico. É importante frisar que a responsabilidade não é somente sua e se arrasta por todos os prefeitos que ocuparam o cargo.

Resumindo, a impressão que temos é que toda a sociedade vive numa espécie de realidade paralela, onde assistimos bestificados a mesma clássica politica e com apoio da imprensa diga-se de passagem, prometer resolver o problema crônico de saneamento básico dessa cidade há décadas, foram tantas promessas não cumpridas e “esquecidas” por quem tem o dever moral de cobrar. Nós os cidadãos.

Economia: IPCA-15 foi de 0,55% em janeiro

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi de 0,55% em janeiro e ficou 0,03 ponto percentual (p.p.) acima do resultado de dezembro (0,52%).

Período Taxa
Janeiro 2023 0,55%
Dezembro 2022 0,52%
Janeiro 2022 0,58%
Acumulado no ano 0,55%
Acumulado em 12 meses 5,87%

Nos últimos 12 meses, o IPCA-15 foi acumulou 5,87%, abaixo dos 5,90% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2022, o IPCA-15 foi de 0,58%.

Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em janeiro. Os maiores impactos vieram de Saúde e cuidados pessoais (1,10%) e Alimentação e bebidas (0,55%), com 0,14 p.p. e 0,12 p.p. respectivamente. A maior variação, por sua vez, ficou com Comunicação (2,36% e 0,11 p.p.). Os demais grupos ficaram entre o 0,17% de Transportes e de Habitação e o 0,57% de Despesas pessoais.

Grupo Variação (%) Impacto (p.p.)
Dezembro Janeiro Dezembro Janeiro
Índice Geral 0,52 0,55 0,52 0,55
Alimentação e bebidas 0,69 0,55 0,15 0,12
Habitação 0,40 0,17 0,06 0,03
Artigos de residência -0,46 0,38 -0,02 0,02
Vestuário 1,16 0,42 0,06 0,02
Transportes 0,85 0,17 0,17 0,03
Saúde e cuidados pessoais 0,40 1,10 0,05 0,14
Despesas pessoais 0,39 0,57 0,04 0,06
Educação 0,00 0,36 0,00 0,02
Comunicação 0,18 2,36 0,01 0,11
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços, Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor.

O grupo Saúde e cuidados pessoais acelerou de dezembro (0,40%) para janeiro (1,10%), principalmente pela alta nos preços dos itens de higiene pessoal (1,88%), que haviam subido 0,04% em dezembro. Destacam-se as altas de perfume (4,24%) e produtos para pele (3,85%). Além disso, os planos de saúde (1,21%) repetiram a variação do mês anterior, refletindo a incorporação da fração mensal dos reajustes dos planos novos e antigos para o ciclo de 2022 a 2023.

A variação de Alimentação e bebidas (0,55%) foi menor que a de dezembro (0,69%). Os preços dos alimentos para consumo no domicílio subiram 0,61%, influenciados pelas altas da batata-inglesa (15,99%), tomate (5,96%), arroz (3,36%) e frutas (1,74%). No lado das quedas, destacam-se a cebola (-15,21%) e o leite longa vida (-2,04%).

A alimentação fora do domicílio (0,39%) ficou com resultado próximo ao do mês anterior (0,45%). O lanche teve alta de 0,80% e, a refeição, de 0,14%.

Em Comunicação (2,36%), o resultado foi influenciado pelas altas de tv por assinatura (11,78%), combo de telefonia, internet e tv por assinatura (3,24%), acesso à internet (2,11%) e aparelho telefônico (1,78%).

O grupo dos Transportes desacelerou de dezembro (0,85%) para janeiro (0,17%), principalmente em função da queda nos preços dos combustíveis (-0,58%). Os preços do etanol subiram 0,51%, mas houve quedas no óleo diesel (-3,08%), gasolina (-0,59%) e gás veicular (-0,40%). Destaca-se a alta do subitem emplacamento e licença (1,61%), que incorporou, pela primeira vez, a fração mensal referente ao IPVA de 2023.

No grupo Habitação (0,17%), houve queda nos preços do gás de botijão (-1,32%) e da energia elétrica residencial (-0,16%). As variações ficaram entre -4,82% no Rio de Janeiro, onde houve redução de 5,99% nas tarifas residenciais em uma das concessionárias pesquisadas, em vigor desde 15 de dezembro, e 3,96% em Salvador, onde o ICMS retornou ao patamar de 27% a partir de 1º de janeiro. Além disso, a contribuição para o custeio do serviço de iluminação pública (COSIP) foi reajustada a partir de 1º de janeiro em São Paulo (0,41%), Curitiba (0,06%) e Brasília (-0,53%).

Ainda em Habitação, destaca-se também a alta do gás encanado (7,09%), decorrente dos reajustes de 9% das tarifas no Rio de Janeiro (3,64%), em vigor desde 1º de janeiro, e de 10,90% em São Paulo (10,90%), a partir de 10 de dezembro. Este último não havia sido apropriado no IPCA-15 de dezembro e, por isso, foi incorporado integralmente no índice de janeiro. Já a taxa de água e esgoto (0,75%) é consequência dos reajustes de 14,62% em Belo Horizonte (5,85%) e de 9,51% em Brasília (3,80%), ambos a partir de 1º de janeiro, e de 10,15% em Belém (4,32%), a partir de 28 de novembro.

Em janeiro, o IPCA-15 subiu em todas as áreas pesquisadas. A maior variação foi em Belo Horizonte (0,92%), influenciada pelas altas em higiene pessoal (2,65%), taxa de água e esgoto (5,85%) e batata-inglesa (23,18%). O menor resultado foi no Rio de Janeiro (0,23%), onde pesaram as quedas da energia elétrica (-4,82%) e da cebola (-20,18%).

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 14 de dezembro de 2022 a 12 de janeiro de 2023 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 15 de novembro a 13 de dezembro de 2022 (base). O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.

 

Fonte: IBGE

Senador propõe federalização da segurança pública no DF

As invasões que ocorreram nas sedes dos Poderes da República em 8 de janeiro motivaram o senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) a anunciar a apresentação de uma proposta de emenda à Constituição para a federalização da segurança pública do Distrito Federal.

Pelo texto, a Polícia Civil, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros ficariam subordinados ao presidente da República, e não mais ao governador do Distrito Federal. Além disso, as indicações dos chefes de comando seriam encaminhadas pelo Poder Executivo e confirmadas pelo Senado Federal.

Fonte: Agência Senado

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