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Notícias, anaálises e opiniões sobre política, cultura e outros temas

Permanece ameaça de paralisação do Sindicato dos Rodoviários em São Luís

O Sistema de Transporte Público pode parar em São Luís. Isso porque permanece a ameaça de greve do Sindicatos dos Rodoviários, diante do não cumprimento do acordo firmado com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (SET) na última rodada de negociações, no mês passado, após anúncio do aumento de passagem.

De acordo com nota divulgada pelo Sindicato dos Rodoviários, na última quinta-feira (18), as empresas não estão cumprindo com o que estabelece na Convenção Coletiva de Trabalho, o que tem gerado transtornos e prejuízos aos trabalhadores. O sindicato afirmou ainda que se o pagamento dos trabalhadores não for efetuado, poderá haver uma nova paralisação geral do sistema de transporte.

Como justificativa, os empresários alegam que não receberam os subsídios da Prefeitura e da MOB, o que teria ocasionado os atrasos nos pagamentos. Entretanto, em reunião com o secretário Municipal de Trânsito e Transporte de São Luís, foi informado ao presidente do Sindicato dos Rodoviários, Marcelo Brito, que não existem débitos da Prefeitura de São Luís com os empresários.

Os Rodoviários também se reuniram com o presidente da Agência de Mobilidade Urbana (MOB), Adriano Sarney, na última quinta-feira (16). Segundo informou o Sindicato dos Rodoviários, O presidente da MOB teria afirmado que a MOB estaria tratando do assunto, como prioridade, prometendo regularizar os pagamentos devidos do subsídio, para que nenhum trabalhador sofra mais com as consequências do atraso desse repasse.

Com os salários dos rodoviários ainda em atraso, a ameaça de greve da categoria permanece, podendo ser esta a primeira paralisação do transporte público, deste ano.

Galeria Antônio Almeida abre a exposição “Entrelaços”, protagonizada por mulheres

Será aberta nesta sexta-feira (17) na Galeria Antônio Almeida, no Palacete Gentil Braga, a exposição coletiva “Entrelaços”, que reúne obras de mulheres que atualmente se destacam no cenário das artes visuais. A abertura da exposição, organizada pela Diretoria de Assuntos Culturais da Pró-reitoria de Extensão e Cultura da UFMA, está prevista para 18h30.

O público poderá apreciar na exposição, produções que representam ou evocam simbolicamente experiências corporais, além de lançar olhares para as questões políticas e sociais, como o racismo, o machismo, as violências e outras imposições sofridas pelas mulheres. Há obras que seguem uma linha autobiográfica e, nesta perspectiva, as peças revelam não só a história de vida da própria artista, as vivências pessoais e a intimidade, mas também trazem à tona as histórias da sua ancestralidade transformada em experiência estética.

As obras apresentadas trazem uma preocupação em comum: apresentam temas ligados ao universo feminino e evidenciam que lugar de mulher artista é no ateliê, na rua, na galeria, no museu ou onde ela bem entender.

De acordo com a proposta da exposição, uma estética feminina se apresenta como um elo indissociável entre arte e vida, experiência e produção de subjetividade, que reforçam o entendimento de que a arte pode ser tanto um espaço de tensionamento e resistência social e política, quanto espaço de uma relação muito singular da artista consigo mesma e com a reprodução material da vida.

É nesse entrelaçamento da arte e da vida dessas mulheres que se expressa a estética feminina da existência e resistência, que se posiciona diante da vida de maneira crítica, porém propositiva, utilizando as mais diversas formas de expressão artística, na tentativa de nos fazer entender as mulheres em suas singularidades.

Participam da exposição as artistas Ana André; Claudia Marreiros; Da cor do Barro; Graça Soares; TRàMá; Marlene Barros; Marisa Silva; Susana Alegria; Telma Lopes; Tassila Custodes; Susana Pinheiro e Dulce Moreira. A cerimônia de abertura contará ainda com uma performance poética de Pietra de Ofá.

Maranhão: “um bicho que o universo fabrica e vem sonhando desde as entranhas”

turvo turvo
                                       a turva
                                       mão do sopro
                                       contra o muro
                                       escuro
                                       menos menos
                                       menos que escuro
menos que mole e duro menos que fosso e muro: menos que furo
                                       escuro
                                       mais que escuro:
                                       claro
como água? como pluma? claro mais que claro claro: coisa alguma
                                       e tudo
                                       (ou quase)
um bicho que o universo fabrica e vem sonhando desde as entranhas
                                       azul
                                       era o gato
                                       azul
                                       era o galo
                                       azul
                                       o cavalo
                                       azul
                                       teu cu

                                                                         (Poema Sujo – Ferreira Gullar)

 

O Maranhão é esta terra onde o poeta Gonçalves Dias morre na costa, no litoral; morre na praia, já quase chegando. O Maranhão é este eterno quase “quase”. É esta terra que expulsa Aluízio, Ferreira, Mendonça… O Maranhão é a Terra do Nunca: onde “azul era o gato, azul era o galo, azul o cavalo, azul…”, o local de tirar políticos.

Lembram-se do filme o Exterminador do Futuro (aquele que o exterminador do mal era líquido)? Pois assim é o Maranhão. Ele se transforma nas formas que precisa, que quer… “Um tipo de amor que é pobre, e às vezes nem é honesto”. “Ave, palavra!” Como diria Guima.

Assim são os políticos do Maranhão: se transformam em religiosos (como fez Mussolini), em comunistas, em liberais, em poetas, ou simplesmente demostram o pior do que são quando já não tem motivos pra se esconder ou oposição.

O Maranhão é poético por essência, disso não duvidem. É uma eterna metáfora! (Aff, Gerald, as metáforas!…); o tijolo do fazer poético. “Tijolo por tijolo, num desenho ilógico…”. Mas sempre morre estatelado no asfalto (ou na ausência de asfalto), como um pardal de William Carlos Williams. Mas é uma Fênix!

Quando Flávio Dino foi governador (o segundo balaio. Balaio?) desmontou-se a oligarquia. “Que oligarquia?” – Diria Dino no dia seguinte. E o povo estupefato (e pobre, pobre de marré, marré, marré…) com suas bandeiras brochadas, e os leões, igualmente, rugindo, irascíveis, como rugia um pistoleiro autêntico dos anos 1950.

Minha terra nem palmeiras tem mais. Os sabiás, então! Cortaram quase todas pra plantar soja e eucalipto, ou pra fazer prédios ilegais. As aves que aqui gorjeiam, não gorjeiam e se calam sob as letras que Vieira atribui ao Maranhão: TCE, TJ, MP, OAB, ALEMA, CVSL, FAMEM… Ah, não eram essas; desculpa Vieira, era M, de Mentir, de Motejar…

Havia palmeiras no sítio Rangedor onde construíram a Assembleia legislativa do Maranhão do M? Quantas foram arrancadas? Depois fizeram uma pistazinha pro povo sorridente fazer umas caminhadas.

Sobrou palmeira? Se sim, já era, pois já, já, serão arrancadas pra fazer a nova sede da Federação dos Municípios. A área de proteção ambiental foi doada pelo governador Brandão para que se arranque aquele mato e se construa alguma coisa, afinal, “é bom para o Maranhão não ter oposição”: “azul teu…”.

O Maranhão é turvo como o “Poema Sujo”. Mas é claro “como água? Como pluma, claro mais que claro claro: coisa alguma”. O Maranhão das cores e das letras, as letras que já foram e as cores que são as cores dos States, da Bolívia, da Jamaica… Ah, meu tesouro, meu torrão!…

Mas a cor do Maranhão é a cor do seu povo. “Escuro. Mais que escuro”… e ainda escravizado, sob o relho dos senhores e dos coronéis. Por que Gullar cantou assim o seu estado? Estado que foi seu e que deixou de ser. A não ser pelos seus poetas reminiscentes, seus eternos poetas… Que não fazem oposição.

Justiça do MA mantem decisão de ilegalidade da greve dos professores da rede estadual

O poder judiciário decidiu pela terceira vez, em nova sentença proferida, declarar ilegalidade na greve dos professores da rede estadual de ensino e estipulou multa diária ao Sinproessema.  Em despacho publicado nesta quinta-feira (16), o Desembargador Jamil De Miranda Gedeon Neto determinou multa diária de R$ 130.000,00 (Cento e trinta mil reais). Esta terceira decisão, atendeu a um pedido do Estado do Maranhão, contra o Sinproessema, em face de descumprimento de decisões judiciais anteriores

Além disso, o desembargador Jamil Gedeon decidiu fazer um novo bloqueio online, desta vez no valor de R$ 1.8 milhão, das contas do Sindicato dos Professores do Estado do Maranhão (Simproessemma). O despacho se deu em atendimento a uma Ação Civil Pública impetrada Estado do Maranhão, por meio da Procuradoria Geral do Estado (PGE-MA), “tendo em vista a renitência no descumprimento das decisões liminares exaradas pelo Desembargador Plantonista e por este Relator (Jamil Gedeon), respectivamente nos IDs 23736127 e 23818039.

Na primeira decisão, a justiça determinou bloqueio e faltas nos professores ausentes. Na segunda decisão, foi mantido o primeiro despacho, aumentando a multa e o bloqueio.

Agora, a última etapa é reunião no ministério público, quando o sindicato e seus opositores devem ser informados de que a greve é ilegal e que o governo paga os professores acima do piso. A reunião acontece na próxima segunda-feira.

Com essa terceira decisão, ratificando a ilegalidade da greve do Sinproessema, o movimento paredista passa a ser considerado antidemocráticos, tais como os que ocorreram em Brasília, no começo deste ano.

Palacete da Rua Formosa será revitalizado pela Prefeitura de São Luís

Foi assinado, na tarde de hoje (16), no Palácio La Ravardiére, sede da Prefeitura de São Luís, a ordem de serviço para inicializar as obras de revitalização do Palace te dá Rua Formosa, no Centro Histórico de São Luís. Conhecido como Palacete da Rua Formosa, o imóvel de cinco pavimentos é um dos mais importantes do Centro de São Luís, por ser um legítimo exemplar e um dos poucos remanescentes da arquitetura luso-brasileira que ainda existem integralmente na cidade.

A restauração será realizada pela Prefeitura de São Luís, por meio da Fundação Municipal de Patrimônio Histórico (FUMPH), em parceria com o Instituto Pedra, e financiado com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura com patrocínio do BNDES e Instituto Cultural Vale.

Os recursos para a execução dessa obra, das ações sócio-ambientais e da implantação dos novos usos no Palacete da Rua Formosa 46 advém do Edital “Resgatando a História”. Lançado em 2021, o Edital é uma iniciativa inovadora para o apoio financeiro à recuperação do patrimônio cultural, com o objetivo de restaurar e revitalizar patrimônio material, imaterial e de acervos memoriais de todo o país, alavancando o poder de impacto e de transformação na sociedade.

No âmbito dessa parceria, o BNDES comprometeu-se a aportar o montante de R$ 9.478.073,08 (Nove milhões, quatrocentos e setenta e oito mil e setenta e três reais e oito centavos) e o Instituto Cultural Vale o valor de R$ 5.658.618,00 (cinco milhões, seiscentos e cinquenta e oito mil, seiscentos e dezoito reais), totalizando R$ 15.136.691,08 (quinze milhões, cento e trinta e seis mil, seiscentos e noventa e um reais e oito centavos), sendo R$ 9.828.697,18 correspondentes às obras de intervenção e R$ 5.307.993,90 às ações sócio-ambientais, educativas, equipamentos e mobiliário. Complementarmente, o Município de São Luís comprometeu-se a aportar R$ 2 mi (dois milhões de reais) em prestação de serviços para viabilizar a implantação do projeto.

Além das obras de recuperação estrutural, estão previstas ações de educação patrimonial e de integração das comunidades do entorno, visando contribuir para o aumento do potencial de geração de renda e de identidade cultural. A restauração permitirá que o palacete, localizado na Rua Afonso Pena, antiga Rua Formosa, seja transformado em um polo para a população e turistas, atendendo mais de 8,4 mil visitantes anualmente.

No local, serão disponibilizadas informações e organizadas visitas guiadas, exposição permanente sobre a edificação e sua história, bem como sobre pontos turísticos da Ilha de São Luís, com auditório, mirante e espaço performático.

A iniciativa também prever medidas de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, como a instalação de rampas de acesso, elevador e banheiros adaptados, além de conteúdo expográfico em Braille, desenvolvimento de áudio guia e legendagem dos conteúdos audiovisuais.

As obras preveem a restauração de todo o imóvel, com a recuperação do sistema estrutural em gaiolas pombalinas, pisos, forros, portas e janelas, escadas e demais elementos singulares que o constituem. O uso proposto para o imóvel é abrigar um Centro de Referência do Conjunto Arquitetônico e Urbanístico de São Luís, visto que o edifício é, por si só, um exemplo da arquitetura que foi corrente em São Luís nos séculos XVIII e XIX. Com isso, teremos um novo polo cultural e turístico no Centro de São Luís e, assim, um novo atrativo para a visitação pública. Por isso, além desse espaço de visitação e aprendizado, o imóvel servirá também como sede da Secretaria Municipal de Turismo, cumprindo a finalidade da lei que autorização a sua compra pelo Município em 1992.

O Maranhão é uma grande festa

Estamos vivendo uma era de delírios faraônicos no Maranhão. Como num passe de mágica, tudo que acontece aqui passou a ser o maior do mundo ou o maior da história. Impressionante.

Essa moda começou ano passado, onde o nosso São João do Maranhão que nunca apareceu entre os três principais do Brasil passou a ser chamado de maior do país pelos releases e declarações do governo.

Fazendo uma breve comparação com os dados oficiais com Caruaru e Campina Grande percebemos que tudo não passa de uma euforia demagoga e enganosa. Para vocês terem uma ideia, enquanto São Luís recebeu 129 mil visitantes no mês de junho, Caruaru recebeu 3,2 milhões de visitantes no período do São João e Campina Grande aproximadamente 2,3 milhões de visitantes.  As duas cidades do sertão nordestino disputam de fato o titulo de maior São João do Brasil e São Luís esta comprovadamente muito longe desses números.

No carnaval o delírio foi ainda maior, o governo chegou ao cúmulo de divulgar que 416 mil pessoas estavam na avenida beira mar em São Luís na segunda feira de carnaval.

 

Fazendo o mesmo cálculo que os bombeiros recomendam para eventos que é de três pessoas por metro quadrado. Como temos aproximadamente 1,5 km de extensão entre a Praça Maria Aragão e a Casa do Maranhão, considerando a largura média de 25 metros da avenida, teremos 37 mil e 500 metros quadrados disponíveis para as pessoas circularem, multiplicando esse valor por três, que é o recomendado pelos Bombeiros, chegaremos ao número de 113 mil pessoas presentes no circuito beira mar, isso nem levando em consideração os espaços vazios ao longo do percurso. Resultado muito longe do divulgado pelo governo. E mesmo assim foi dito aos quatro cantos que foi o maior carnaval do Brasil. De dados reais, tivemos 20 mil visitantes chegando a São Luís através do aeroporto e terminal rodoviário, levando em consideração quem veio de carro ou excursão teríamos aproximadamente 30 mil pessoas visitando o Maranhão, números que são insignificantes em relação ao carnaval da Bahia que arrastou 2,7 milhões de pessoas para o Estado e com um detalhe importante, no carnaval de Salvador o governo não contrata atrações para tocar, todos os blocos  são privados e cobram  acesso do público.

Mas a mania de grandeza não para por aí não. Tivemos ontem um evento municipalista que a rigor deveria ser feito para os 217 prefeitos e seus assessores para a discussão de pautas importantes para as cidades, mas que virou um grande evento e segundo o próprio presidente da FAMEM, o maior encontro da história. Como resultado prático, teremos mais uma área do sitio Rangedor desmatada para satisfazer o ego do poder. Até acho justo que a entidade tenha uma sede própria, poderia ser inclusive um prédio do excelente programa Nosso Centro para ajudar na preservação do patrimônio histórico e economizando milhões que poderiam ser usados em outras áreas, mas nada disso é levado em consideração, infelizmente.

E assim caminha o Maranhão, poder festivo que faz eventos grandiosos para celebrar um governador reeleito, que oferece jantar nababesco para 42 deputados para comemorar a passagem de três dias da Presidente da assembleia pelo comando do Estado e se não bastasse, ainda faz outra festa pomposa para empossar alguns secretários em Imperatriz.

Então vamos comemorar a volta do ICMS, o aumento da gasolina, os dados alarmantes da pobreza no estado, os números do desemprego, os salários atrasados de profissionais terceirizados pelo governo, a violência, entre outros.

E logo logo vem outra celebração por aí, onde o governador esta dando voltas no palácio se preparando para inaugurar 300 obras em 100 dias. Só lembrando que já estamos com 75 dias de governo e até agora só vimos festas e com o povo do lado de fora do camarote.

 

 

Pátio Aberto do CCVM realiza apresentação com Clássicos Jamaicanos nesta quinta-feira

O programa Pátio Aberto do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) realiza, nesta quinta-feira (16), a apresentação Clássicos Jamaicanos”, contando com DJ Jorge Black como atração.  A programação é gratuita. O CCVM fica localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís.

O evento reunirá sucessos das décadas de 70, 80 e 90, tocados em vinis vindos da coleção do artista, iniciada em 1976.Enquanto anima a pista de dança com canções de nomes como Bob Marley, Peter Tosh, Jimmy Cliff, Max Romeo, entre outros, Jorge Black comentará sobre os contextos históricos e culturais que influenciaram as composições.

Jornalista e publicitário, DJ Jorge Black iniciou sua trajetória musical em 1982. Nos anos 90 começou sua carreira de comunicador em emissoras de rádio comunitárias, apresentando programas especializados na cultura reggae. Por quatro anos esteve à frente do programa “Reggae Power”, na Rádio Cidade FM, onde também dirigiu e apresentou de 2007 a 2014 o programa “Reggae Night”. Atualmente apresenta o programa “Reggae Roots” na Nova FM ao lado do cantor, radialista e vocalista da Tribo de Jah, Fauzy Beydoun.

Palacete Gentil Braga exibirá sessões de cinema gratuito no intervalo do almoço

A partir de quinta-feira (16), sessões de cinema gratuito serão exibidas, no intervalo do almoço, no Palacete Gentil Braga, localizado na Rua Grande, em São Luís. Destinado principalmente aos comerciários e frequentadores da Rua Grande, o Cinema no Intervalo será realizado quinzenalmente no Palacete Gentil Braga, sempre no horário de 12h às 13h30.

Uma pausa após o almoço para descansar e se divertir gratuitamente. É o que propõe o “Cinema no Intervalo”, projeto da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). O acesso ao Palacete será feito pela entrada lateral, localizada na Rua do Passeio, em frente a Galeria La Ravardiére. O público poderá comparecer a partir das 11h30.

Por meio desse projeto, a UFMA se propõe a cumprir com seu papel social de contribuir com a democratização da cultura. A iniciativa conta com a parceria do restaurante Casarão Grill, situado na Rua do Passeio. Além do propósito cultural, o Cinema no Intervalo visa potencializar o movimento econômico na região através do desenvolvimento de atrações que complementam a rotina do público que frequenta diariamente os entornos do Palacete Gentil Braga.

A programação será composta por obras que já foram exibidas e obtiveram destaque no Festival Guarnicê de Cinema. Na primeira sessão, serão apresentados quatro curtas-metragens.

FILMES QUE SERÃO EXIBIDOS:

Amo, Poeta e Cantador: Murais da Memória pelo Maranhão (25 min, classificação indicativa livre)

Dirigido por Jonas Sakamoto, o documentário foi exibido no Guarnicê 2022.
Sinopse: é uma produção que mostra a feitura de dez painéis de mestres do bumba-meu-boi do Maranhão, assinados pelo artista plástico e graffiteiro, Gil Leros. O projeto percorreu, entre os meses de abril e setembro, partindo de São Luís, as cidades de São José de Ribamar, Axixá, Viana, Barreirinhas, Guimarães e Cururupu, para pintar o rosto de grandes mestres da cultura popular brasileira, que fizeram, e fazem, do Bumba meu Boi do Maranhão uma das maiores expressões artísticas e culturais do mundo.

A Volta Pra Casa (16 min, classificação indicativa livre)

O drama paulista dirigido por Diego Freitas e protagonizado por Lima Duarte rendeu a Guilherme Rodio o prêmio de melhor ator coadjuvante do Guarnicê 2020.
Sinopse: no domingo de Páscoa, Plínio, um marceneiro aposentado, espera a visita da família, que não aparece. Anselmo, o jardineiro da casa de repouso em que ele vive, oferece-se para levá-lo até sua antiga casa. No trajeto, Plínio revisita suas memórias do bairro de Santana em São Paulo.

Neguinho (20 min, classificação indicativa livre)

Um dos destaques do Guarnicê 2020, Neguninho foi agraciado com três prêmios: melhor atriz coadjuvante para Aisha Jambo, melhor atriz para Juliana França e melhor direção para Marçal Viana.
Sinopse: Jéssica, mãe de Zeca, um menino da periferia que ganhou uma bolsa em uma escola particular, é chamada para uma reunião com a professora do seu filho. Em um encontro cheio de farpas, reflexões e visões de mundo distintas, um veredicto é dado e o destino de Zeca precisará ser decidido.

Fantasma Neon (20 min, classificação indicativa livre)

Um dos destaques do cinema brasileiro em 2022, o curta de Leonardo Martinelli foi premiado com melhor desenho de som para Caio Alvasc e melhor direção de fotografia para Felipe Quintela na última edição do Guarnicê.
Sinopse: Um entregador de aplicativo sonha em ter uma moto. Disseram a ele que tudo seria como um filme musical.

Número de pessoas empregadas no Maranhão ainda é menor que o esperado

O número de trabalhadores no Maranhão com carteira assinada ficou abaixo do esperado em janeiro de 2023, com saldo de 982 novas vagas, segundo dados do novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Apesar disso, em janeiro deste ano houve um saldo melhor do que o registrado em relação a dezembro de 2022.

No Maranhão, foi registrado um saldo de -522 empregos formais no segmento da construção civil, que, apesar de continuar em declínio, é uma queda menor que a registrada em dezembro de 2022. Dentro do setor industrial, somente a indústria de transformação teve aumento significativo, com 262 novos empregos. Houve também variações positivas nas indústrias extrativas e em eletricidade e gás.

Na composição setorial da variação de emprego no Maranhão, o único segmento negativo é a construção, ao contrário do que se registra no Nordeste. Por outro lado, as oscilações da agricultura, comércio e indústria do Maranhão são positivas, enquanto o saldo do Nordeste é negativo.

Já o Brasil, registrou 1.874.226, criando um total de 83.297 novos empregos formais. Este saldo é positivo em relação ao mês de dezembro de 2022, quando a variação negativou com -431.011. Em janeiro de 2022, o saldo foi de 167.269. A nível de região, no Nordeste o saldo também foi negativo com -133 vagas.

Os dados são provenientes do Monitoramento do Emprego Formal, uma pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Instituto Cazumbá comemora 50 anos com projeto Projeto chamado de “Cazumbá nos trilhos da Vale"

Instituto Cazumbá comemora 50 anos com espetáculos em cidades do Maranhão e Pará

Para comemorar seus 50 anos de atividades ininterruptas, o Instituto de Arte Cazumbá, por meio do Ministério da Cultura e Instituto Cultural Vale, realizará uma série de espetáculos pelas cidades onde o trem faz seu percurso e arredores: Marabá, Açailândia, Santa Inês e Pindaré Mirim. O Projeto chamado de “Cazumbá nos trilhos da Vale” tem data de início prevista para o próximo dia 10 de abril.

Em cada cidade, o Instituto de Arte Cazumbá realizará dois espetáculos: “Cazumbá – A Ópera Boi” e “Bogi Buá”, além de oficinas formativas de teatro e dança popular para os interessados. As apresentações contarão com um elenco de 21 atores e atrizes, dançarinos e dançarinas, 14 músicos, além de 6 integrantes da equipe de produção.

Na oportunidade, o Instituto promete apresentar o melhor conteúdo cultural para a população de maneira totalmente gratuita, enriquecendo o intercâmbio artístico e contribuindo para a cadeia produtiva da cidade de cada apresentação.

Na volta para São Luís, o Instituto de Arte Cazumbá dará início às suas apresentações no Teatro Cazumbá, começando mais cedo a temporada deste ano. As datas de apresentações ainda serão divulgadas.

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